sexta-feira, 20 de novembro de 2015

MARATONA das FLORES em Medellín, Colômbia:

Copacabana, Colômbia

No domingo, acordei bem antes do sol. Era o dia da Maratona das Flores em Medellín e Léo ia correr. Ainda meio sonolenta, observei todo o seu ritual para a corrida, que eu já conhecia de cor e salteado, mas que sempre gosto de ver. 
Desta vez eu não iria com ele para a linha de largada: ele foi com o vizinho, também corredor. Quando não estou correndo meia-maratona, gosto de assistir às provas de corrida. Acho um evento alegre, festivo e muito emocionante.
Comentei com nossa família anfitriã como as corridas de rua costumam ser uma bela festa. Eles nunca haviam assistido a uma prova, mesmo a Maratona das Flores sendo tão bem conceituada.

Fomos então todos até a linha de chegada para ver Léo cruzá-la e para resgatá-lo. Nossos amigos antioqueños ficaram encantados com o que viram.
Medellín, Colômbia
A felicidade de quem cruza a linha de chegada

Medellín, Colômbia
Mais uma maratona para a conta

Medellín, Colômbia
Parceria
Léo disse que a prova foi dura: calor e altitude. Estávamos todos lá na linha de chegada, vendo cada um daqueles corredores se superando. A linha de largada é sempre de alegria e expectativa. A de chegada é de emoção, suor e lágrimas pela superação. Eu sempre choro: quando estou correndo e quando estou assistindo. 
Havia muita gente gritando e incentivando os corredores, o que faz muita diferença para quem corre, e muita animação. Quem sabe um dia eu não volte para correr a meia de Medellín e reencontrar amigos queridos?  

Copacabana, Colômbia
Almoço em família

Copacabana, Colômbia
O céu de Copacabana

Copacabana, Colômbia
O descanso do maratonista: nossos amigos nos fizeram sentir em casa

Copacabana, Colômbia
Absorvendo o dia

Copacabana, Colômbia
Observando o crepúsculo

Copacabana, Colômbia
Início de noite em Copacabana

Copacabana, Colômbia
Dia feliz
A tarde, depois da maratona, foi deliciosa e preguiçosa com mais um almoço em família no pequeno sítio localizado em Copacabana, cidade próxima a Medellín, onde pudemos usufruir uma vez mais da hospitalidade desse povo tão amável.
Dele pudemos ver as montanhas da cidade, que tanto me deliciaram nesta região, o céu com sua tonalidade muito particular de azul em contraste com a vegetação verde do sítio.
Fomos novamente muito bem recebidos, com uma saborosa paella, conversa boa, café, chá e risos despreocupados. Eles fizeram com que me sentisse em casa. O povo de Antioquia é seu maior patrimônio.
Gratidão é a palavra que mais se aproxima do que senti em meus dias por lá.