quarta-feira, 15 de junho de 2016

Até QUALQUER HORA, Itália:

Estação de trem Roma Termini
Esperando o trem na Roma Termini com destino ao Aeroporto Fiumicino
No Leonardo da Vinci Express a saudade já era grande!
O Leonardo da Vinci Express

Chegamos ao Aeroporto Fiumicino
Depois de quase duas semanas na Toscana, era hora de voltar ao Brasil. Nosso voo saía de Roma (aeroporto Fiumicino) às 10:30 AM, com destino ao Brasil, com uma conexão de 2 horas em Madri, Espanha.

Tomamos um trem, o Leonardo da Vinci Express, cujos bilhetes compramos na hora, na estação de trem Roma Termini para o Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci, também conhecido como Fiumicino. 

Sem assentos marcados ou bagageiros, colocamos as mochilas no corredor como vimos muitos outros viajantes fazerem. Há que se ter paciência para a todo instante tirar e colocar as mochilas para dar passagens às pessoas.

Apesar disso, e de o trem estar cheio, não presenciamos nenhum tipo de stress.

Desde a origem até o destino final voamos de Air Europa. Só retiramos as bagagens no Brasil. O trecho Roma – Madri foi cheio, mas foi tranquilo e durou 2,5 horas.

O voo Espanha – Brasil atrasou um pouco e saiu cheio, mas não lotado: havia poltronas vazias. Foi um dos piores voos de minha vida. Eu particularmente não gosto de voos diurnos, pois as pessoas ficam acordadas, mais barulhentas e à medida que vai passando o tempo, vão ficando mais inquietas e esquecem, ou fazem questão de ignorar, que estão em um espaço diminuto com muitas outras pessoas.

Assim, no supracitado voo, crianças corriam sem parar pelos corredores, gritando descontroladas. Pessoas conversavam em pé por todos os lados em tons de voz nada razoáveis.

Uma mãe achou que todos nós gostaríamos de compartilhar com seu filho vídeos da Galinha Pintadinha, (sejamos justos: só quem ama a famigerada galinha é quem tem filhos pequenos em casa), pois os colocou no tablet em altura máxima.

A tripulação conversava animadamente no fundo do avião.

As horas demoravam a passar, se arrastavam! Eu não conseguia ler com tamanho alvoroço e não havia entretenimento disponível.

A única coisa que valeu do voo foi que chegamos sãos e salvos em nosso destino final, com as bagagens carregadas de lembranças deliciosas. 

Mal pousei e confesso que já estava pensando quando ia colocar o pé na estrada novamente!