quinta-feira, 7 de julho de 2016

Hospedagem em NUREMBERG, Alemanha:


Talvez uma das partes mais complicadas no planejamento de uma viagem a um destino desconhecido, seja a escolha da hospedagem.

Em linhas gerais temos que confiar nas fotos e relatos de outros viajantes e do hotel e às vezes isso pode se transformar em uma verdadeira roubada.

Além disso, como saber qual a localização mais adequada em uma cidade sobre a qual pouco (ou nada) sabemos?

Tenho algumas premissas para me auxiliar nessa escolha: o lugar tem que ser limpo e possuir banheiro no quarto. Ele deve se localizar próximo aos principais pontos turísticos de meu interesse e/ou ter uma estação de metrô muito próxima.

Deve ficar em uma área segura e estar bem conceituado entre outros viajantes. Aqui cabe uma ressalva: costumo ler os comentários no Trip Advisor e não somente vejo a pontuação, pois os quesitos relevantes diferem de viajante para viajante.

Por fim, os valores tem que ser razoáveis e caber em nosso orçamento.

Café da manhã é absolutamente desnecessário porque gosto de tomá-lo na rua.

Diante disso o Ibis Nuremberg Altstadt (Koenigstrasse 74, 90402) foi nossa opção de hospedagem em Nuremberg. 

O Ibis no meio do burburinho e facilidades

Saída da estacão de trem ao lado da torre: vestígios da cidade medieval

Em Nuremberg há várias unidades do Ibis com variação significativa de preço
O primeiro ponto a pesar nessa decisão foi a sua localização: ele fica no centro histórico da cidade (Altstadt), a poucos passos da estação de trem (Hauptbahnhof), em meio ao burburinho de restaurantes, pubs, cafeterias, lojas, farmácia e até um mercadinho e a um esticar de mãos de muitos pontos turísticos como o Museu de Arte Moderna (Neues Museum) e a Lorenzer Platz.

Depois, eu sou uma fã do Ibis: acho um bom custo/benefício e principalmente gosto de saber o que vou encontrar, uma vez que há poucas diferenças entre suas unidades.

No entanto, os preços dos Ibis dentro da mesma cidade variam bastante e os valores da diárias foram seriamente observados e avaliados ao tomarmos a decisão final.
A recepção do Ibis
A unidade que escolhemos, a da Altstadt, ficava meio escondida porque sua porta de entrada fica colada a um Irish Pub que costuma ficar cheio de gente a partir do meio da tarde.

De maneira pouco comum, a recepção era minúscula: só tinha um balcão de atendimento e o bar era colado a ele. Um sofá e um computador completavam a decoração: foi quase como entrar em uma casa de bonecas.

No momento em que pisei meus pés ali, me senti em casa, por conta da sensação de familiaridade causada pelas cores e moveis conhecidos.

Uma moça muito jovem, sorridente e falante fez o nosso check-in. Ela nos deu o quarto 601.

Essa unidade do Ibis tem apenas 7 andares sendo que para o último deles o acesso só é possível pela escada, o elevador não chega.

Outra diferença é que aqui não era necessário utilizar o cartão no elevador para subirmos até o nosso andar, ação cada vez mais comum em outras unidades da rede Accor. 

Cama larga e janelas branquinhas

O quarto 601

O banheiro: tamanho bom e chuveiro ótimo

Tap water
O quarto me pareceu menor que o habitual, mas ótimo, com móveis bem distribuídos como todos os outros: cama, televisão, bancada de trabalho, cama larga e cabides. As janelas branquinhas sempre me remetem ao romantismo.

Para melhorar ainda mais, wi-fi gratuito no quarto, como sempre. Tap water (água da torneira) potável: amo essa facilidade na Europa. Como ponto negativo, nada de cofre.

O banheiro tinha tamanho bom e possuía o funcionalíssimo chuveiro o qual podemos regular, não só a força e temperatura, como altura e ângulo. Para mim que não lavo o cabelo todos os dias é perfeito!

Tem secador de cabelo e a bancada sobre a pia tem tamanho suficiente para os produtos de higiene e maquiagens. No entanto, no box não havia nada para apoiarmos os cremes. 

A vista do quarto 601
Café da manhã no quiosque de pretzels localizado em frente ao hotel
A vista dessa vez não era muito bonita, mas quem se importa de verdade com isso, levando-se em consideração o pouco tempo que passamos no quarto?

O café da manhã custava 11 euros por pessoa e o declinamos optando por tomá-lo na rua, em um quiosque de pretzels que havia em frente ao hotel, assistindo o vai e vem de pessoas a caminho do trabalho, vendo a cidade acordar.