segunda-feira, 25 de abril de 2011

Imbassaí - onde o rio encontra o mar

Praia do Forte

Fim de tarde na Praia do Forte

Imbassaí

O rio que leva ao mar

Banho de mar?

Moqueca da Vânia
Praia do Forte é legal e todo mundo sabe disso. Balneário a cerca de 55 km de Salvador, virou hippie/chique. Nos feriados, as pousadas são disputadíssímas e as diárias mais baratas, nas pousadas mais simples, não saem por menos de R$150,00.

Menos chique, mas igualmente hippie, Imbassaí fica a mais ou menos 10km de Praia do Forte. Ainda desconhecida de muita gente e menos procurada, Imbassaí ainda lembra uma vila de pescadores. É mais tranquila, mais simples e mais natural que Praia do Forte, especialmente porque não tem uma vila, e nem as inúmeras lojas presentes na segunda. 

Em Imbassaí, o rio de mesmo nome, leva à praia. As pousadas estão inseridas em meio a natureza. Ali, o tempo passa devagar ao som do vento que balança os coqueiros. E é também em Imbassaí que fica uma da moquecas mais saborosas da Bahia: a moqueca da Vânia.

Moqueca da Vânia - Sabor da Bahia

Caldo de Sururu

Moqueca de Aratu

Restaurante da Vânia

Restaurante da Vânia

A Moqueca da Vânia é um restaurante tipicamente baiano, que fica na Vila de Imbassaí a 65 km de Salvador. Simples, tem uma das melhores moquecas da Bahia. As opções são variadas: camarão, peixe, siri, ostra, aratu, polvo, sempre acompanhadas de pirão e farofa. A dona, Vânia é quem comanda a cozinha.  Para a sobremesa sempre há um doce da terra. E enquanto saboreamos a deliciosa comida, ainda nos divertimos com os micos que fazem a festa no local.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lagunas Altiplânicas - as lagoas irmãs, Deserto do Atacama, Chile

Miscanti

Miscanti

Miscanti

Miscanti

Miñiques
As raposas do Atacama

As Lagunas Altiplânicas são formadas por duas lagoas irmãs: Miscanti e Miñiques, situadas no Deserto do Atacama, norte do Chile. A primeira possui 15km quadrados de superfície, contra 1,5 de sua irmã Miñiques, que ainda está 5m abaixo de Miscanti. 

Cercadas por montanhas, vulcões e uma paisagem árida, cheia de raposas, as lagoas reinam absolutas, plácidas e tranquilas formando um espetáculo de tirar o fôlego. Aliás, não é somente a beleza da paisagem que pode deixar a pessoa sem ar: a altitude também. Por isso, o conselho é andar devagar e respirar com calma. 

No inverno faz um frio intenso, cortante e venta muito. As lagoas ficam congeladas. Olhando de longe, elas são de um azul intenso, que harmoniza com o espetacular céu, sem nuvens, do Atacama. Mas, a medida que vamos caminhando pelas estradinhas de pedra e nos aproximando delas, percebemos que estão congeladas. 

O lugar é silencioso. Só ouvimos o barulho do vento. Olhando ao redor, nos sentimos entrando em uma pintura. As cores são intensas e o conjunto da obra é sensacional.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bath - linda, charmosa, sofisticada, refinada e descontraida

A cidade dos castelos

Milsom Street

a arquitetura

Os belos jardins de Bath

Royal Crescent, obra de John Wood, o jovem.

Bath, situada a 185 Km a oeste de Londres, é uma cidade linda, cheia de estruturas antigas, que lembram castelos. Esta arquitetura é típicamente georgiana. Bath foi fundada por volta de 863 a. C. e no início da era cristã foi transformada em spa pelos romanos. Mas, com o declínio do império romano, Bath perdeu prestígio e caiu no esquecimento. No século XVIII recuperou sua fama e seu charme. 

Nos finais de semana, Bath ferve. Turistas sobem e descem a rua principal,, Milsom Street, lotam a estação de trem, e todas as atrações turísticas (Bath Abbey, Roman Bath Museum, Pulteney Bridge, Royal Crescent, entre tantas outras) da pequena, charmosa, sofisticada, refinada  e descontraida cidade. Com enormes e belos jardins, o local já foi frequentado por nomes famosos como Charles Dickens e Jane Austen (http://migre.me/5yFHn), que passou férias aí, com a família. 

Museus, cafés, lojas e restaurantes fazem parte da beleza de Bath, situada entre as colinas verdes do vale do Rio Avon, sem contar sua arquitetura. Muitos prédios foram projetados por dois arquitetos no século XVIII: John Woods (o velho e o novo). Boa parte desta história continua preservada e talvez por isso as pessoas visitem Bath: para reviver o clima daquele século e a boa culinária da antiga cidade.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tulum - os Maias da Costa

Visão geral de Tulum com El Castillo no detalhe

A cidade maia e o azul do mar

El Castillo com sua posição estratégica

O mar azul do caribe banha a cidade maia de Tulum

A cidade ainda tem prédios bem conservados

Visão geral de Tulum

A cidade maia de Tulum fica a mais ou menos 128 Km ao sul de Cancún e a cerca de 70 km de Playa del Carmen (http://migre.me/5sjVO), na Península de Yucatán, México. Diferente dos maias que viviam longe da costa, estes eram mais informais. As suas construções não eram tão imponentes, nem tão grandiosas. Viveram seu apogeu de cerca de 1200 d. C até quase a chegada dos espanhois, no século XVI.

Os maias da costa utilizavam uma espécie de canoa e navegavam o mais próximo da margem possível, para comercializar seus produtos em Cozumel, Isla Mujeres, Guatemala e centro do México.

Muitos prédios da antiga cidade continuam de pé: templos, casas e castelos de pedra. Caminhar entre as ruinas é imaginar o antigo povo vivendo ali. Merguhar nas águas azuis e cristalinas do mar que banha Tulum, é ursufruir do privilégio que os maias tiveram muitos séculos atrás.

Para ir a Tulum de Playa del Carmen basta pegar uma van. Elas saem a todo instante, assim que enche de pessoas. É só chegar, pagar, entrar e partir.