segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Descobrindo um argentino em Madrid

O salão do De María
O menu do dia servido no balcão
O balcão do De María
A entrada da De María

É verdade! A gastronomia é parte da cultura de qualquer lugar. Adoro experimentar o que tem de mais característico da culinária de uma cidade, os pratos mais tradicionais. Mas depois de muitas horas de voo, chegando em uma cidade estranha e já passando das 14 horas, o que eu queria mesmo era uma restaurante perto e rápido para comer. Ao lado do hotel (http://migre.me/84B1K), na Gran Vía (http://migre.me/84BfT), estava o De María, um argentino bem simpático.

Havia duas opções: no salão com uma carta mais sofisticada e com mais opções ou o menu do dia que só era servido no balcão: menú en barra. Fomos de menu do dia e não nos arrependemos: bom, barato e rápido. E assim fizemos nossa primeira refeição em Madrid, relembrando o sabor porteño. Mas tudo bem, afinal não foi a Argentina colonizada pela Espanha?

De María
Calle Gran Vía, 72
28013 Madrid
T. 917 580 115

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Parque del Retiro em Madrid: simples assim.







O Parque do Retiro é um dos pontos turísticos mais bacanas de Madrid. Em nosso primeiro dia na cidade, hospedados na Gran Vía, saimos andando sem muito rumo, apenas para nos ambientarmos com o fuso. A temperatura estava agradável pois era fim de tarde. Como estávamos em Setembro, final do verão, os dias ainda estavam bem longos.

E assim nos deparamos com o parque, lindo, grande, arborizado e cheio de gente de todo tipo: estudantes, idosos, turistas como nós, atletas. Gente andando para cima e para baixo, passeando de romanticos barcos com remo, tomando uma cerveja em alguma lanchonete, conversando em grupos, andando de patins, com cachorrinhos, correndo ou simplesmente sentados olhando a vida passar. Era tudo muito colorido e vibrante.

Uma coisa curiosa são as cartomantes que ficam no parque e que estão sempre atendendo alguém.

O Parque del Retiro foi construido entre 1630 e 1640, no reinado de Filipe IV (1621 a 1665) para uso exclusivo da monarquia. No século XVIII foi parcialmente aberto ao povo, desde que estivessem bem vestidos, até que finalmente foi totalmente aberto ao público em 1869.

Durante a invasão francesa ao país, os jardins foram parcialmente destruidos, porque tornou-se quartel general das tropas de Napoleão.

Praça da Independencia, s/n